♥Frieza...Teatro...Fim... ♥


Edição visual do Bloinquês:


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Julio e sua mãe não conseguiam bem conviver...
Injustiças, agressões...
Tanto falado ou pensado...
Acusações...

Mesmo assim, o perdão, tentativa por parte dele, de reaproximação...
Dias e dias passaram...
Houve o reencontro.
Expectativas alegres, não concretizadas...
Abraço apenas morno,quase frio...
Faltou tudo,faltou calor, amor!

Sensação de impotência ,tristeza,ao de lá sair... Cansado, abatido, para ele, tudo estava agora para sempre e definitivamente perdido!

Certeza de não haver mais tempo...
Ela não vai acordar nunca, pensa Julio.
Nunca aprendeu a viver...

Um fez sua parte...
A outra?Ainda  da vida nada entendeu!

Tempo de vida não significa sabedoria, nunca significou!
Esta vem da capacidade de saber passar,
olhando a vida com olhos do coração...

Pena! Impotência total!

Sentimento de desolação.
Ali, agora jazia ao chão. Seu reflexo no chão molhado, ali bem delineado.
Sua mãe, por certo seria avisada. Certamente, o teatro habitual faria...Até lágrima derramada...

Pra que? De nada mais adiantava. Ele se fora, se apagara...
Tanta vida pela frente, tanto tempo para iluminar, assim tristemesnte, sua luz foi apagar...

Levou com ele a certeza do não amor daquela que mais lhe valia, mas que, sem saber como, não lhe queria, nunca o quis...

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* Inspirada na imagem!!!
Depois das alegres senhoras do texto passado, veio esse,triste, danado,rs
É a vida!