Novidade!

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Nosso Lugares Coloridos foi reativado!

Cliquem na fonte para conhecer o mais novo...

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VAMOS BRINCAR JUNTOS ?

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

* Uma advogada diferente...

Como sempre, em todos os lugares, apesar dos horários serem previamente marcados, estes não são respeitados...

Bem, naquela época eu trabalhava num escritório de um advogado tri rigoroso, enérgico e por que não dizer, um porre.

Após o almoço, era sempre o horário em que as audiências aconteciam e lá ia a Chica, muitas vezes saindo junto com os filhos para deixá-los nas suas atividades.

Assim, fechávamos o portão, e entrávamos no carro. Pronto!

Mas, lembram da Bolinha? Aquela cachorrinha danada, que contei na crônica da "Carona Diferente"?

Nesta época ela já ficava em casa sozinha!

Era pelo menos, o que esperávamos...

Como já estava maiorzinha simplesmente, dava um jeito de fugir por um cantinho do portão e ia seguindo todo o trajeto pela rua.

Aprendeu, então, todas as nossas "mocas"...

Sempre nos fazia visitinhas surpresas...

Pois bem, imaginem eu, sentada na sala dos advogados, parecendo gente, esperando as audiências acontecerem e, como a maioria deles , todos arrumadinhos e englostorados , não?

De repente, quem aparecia???

Sim, ela mesmo:

A D. Bolinha, que entrava no salão principal da Justiça do Trabalho, ia fazendo festa para todos, enquanto me procurava.

Quando a vi, pela primeira vez, queria me fazer de indiferente, "com cara de paisagem", deixando com que pensassem que nem ao menos a conhecia.

Porém isso, efetivamente, não deu certo.

Ela pulava no meu colo, abanando o rabinho e "sorrindo" pra mim, pela alegria do reencontro!

Passei a levar na esportiva e tinha que pedir para um táxi levá-la de volta pra casa...
Aquilo ficou famoso por lá! Pudera, não?(Chica)

* Hoje, olhando para trás, vendo tudo isso, vejo que a melhor coisa que fiz foi abandonar a profissão.Nada tinha a ver comigo toda aquela formalidade!

sábado, 14 de novembro de 2009

* Histórias da Nossa Vida...


Estamos novamente perto de mais um 15 de novembro nas nossas vidas.

Apesar de ser uma data histórica, pra mim ele traz recordações de vida, e que de certo modo, ficam sendo muito mais históricas e importantes que as outras...

Assim, temos aqui em casa dois 15 de novembro que nos marcaram...

15 de novembro de 1970...

Após o nascimento do nosso segundo filho,Gordo,que nascera em 10.11. tivemos alta do hospital e ele, após ter que ficar no banho de luz, pela icterícia(amarelão)...

Assim, logo que chegamos em casa, ele com aquela "linda e saudável" corzinha amarelada...

Recebemos o aviso que chegaria uma tia, vinda de P.Alegre para conhecê-lo.
Ela adorava crianças e sabia tuuuuuuudo delas, porém sempre tinha algo a comentar.Sempre imaginava doenças! E sempre tinha as soluções pra elas também...

Sabedora disso, e não querendo ver nosso filho ser catalogado de doente, não tive dúvidas: apliquei uma leve camadinha de "rouge" como era chamado na época, o atual blush.

Ele ficou com apenas 5 dias, bem coradinho e com aparência muito saudável.

Ela não teve nada a dizer e essa prática era usada sempre que sabíamos de sua visita,rsrs.

Coisas de mães que ainda são criançonas grandes...Mas, deu certo!!!


15 de novembro de 1974...

Nesse dia, ainda naquela época a data era usada para eleições, após votar, fomos para a praia de Imbé,na casa da sogra de minha irmã Marli .

Ela já com seus quatro filhos e eu grávida do nosso último (também o 4º)que iria nascer em fevereiro do ano seguinte...

Estávamos apenas nós, duas famílias e mesmo assim, uma criançada enorme (7 fora e um dentro da barriga)...

Sua sogra, lembro-me bem, tri esperançosa que fôssemos deixar a casa prontinha para o veraneio, fazendo antecipadamente a FAXINA GERAL...

Nós, no entanto,em nossos planos, estávamos completamente longe dessa possibilidade ...

Queríamos aproveitar o máximo e nada de faxinas, combinamos.

Cada uma levou suas roupas de cama pra turma toda, toalhas e nem encostamos nas louças ou outras coisas da casa.

Apenas cobrimos as camas com nossos pertences e fizemos de conta que tuuuuuuuudo brilhava e reluzia...

Nossa única preocupação eram as comidas para toda tropinha.

Lembro que saladas de frutas eram em quase baldes, tudo em exageradas porções e paneladas. Nunca mais esqueci...

Foi lindo e hoje, lembrando daquilo, ainda agradeço à minha irmã por aquele maravilhoso 15 de novembro de nossas vidas.

E mais, olhando pra trás, vejo que não estávamos enganadas, de forma alguma...

Tudo por lá , realmente,brilhava e reluzia...

Era a nossa alegria e a liberdade e inocência daqueles anjinhos soltos e a nossa.

O astral era lindo por lá!

Viva a pobre Dadá (sogra e dona da casa) e esta já se foi, sem ter aproveitado a vida como poderia ter feito.Pena!

Mas nós o fizemos e continuamos, sempre que dá, a levar a vida da melhor maneira possível. chica

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

* A cartomante e o rolo...


Rosa tinha uma irmã, Tânia, sempre chegada a saber do seu futuro e que pedia sua companhia para ir às cartomantes que arrumava pela cidade.



Rosa sempre fui muito cética quanto a isso mas ela dizia, vamos lá, olha teu futuro pra ver o que vai te acontecer...


E lá iam as duas ...


Nada nunca deu certo pois Rosa fechava a boca e por mais que a cartomante puxasse, não saía nenhuma pista.


Tania era um doce de côco pra elas...


Começava dizendo tudo de sua vida e depois queria saber como seria.Já havia ADIANTADO TODO SERVIÇO À ELAS...

Quando a cartomante colocava as cartas, pedia que ela se concentrasse em alguém e começava a "falar";;;Tânia ouvia tudo,porém se o assunto não lhe agradava dizia:


-Vamos começar de novo, pois acho que não é esse. Pensei no rapaz errado.

Agora vou me concentrar no certo e lá começava toda função.


Um dia, de tanto que ela pediu, pra mudar, pois queria ouvir a resposta pretendida por ela e não a da mulher, na hora de pagar, a cartomante havia estradulado o preço e cobrado umas três consultas, sem nada avisar.


Assim, resultado:As duas, uma mais dura do que a outra, Tânia teve que deixar seu anel de 15 anos, pois a dita cuja ameaçava que não nos deixaria sair dali.


Foi um sufoco e tudo mais, ninguém nunca imaginou.

Apenas as duas, que obviamente, iam sem o conhecimento dos familiares...


Bom apenas para após tanto tempo recordar!Passa o tempo,não?


Ah! E o anel, presente de 15 anos?

Foi "oficialmente perdido"!!!! Chica

sábado, 7 de novembro de 2009

* Minhas jóias...no pescoço!


Nunca fui, desde pequena, ligada à jóias.

Acho-as lindas,mas definitivamente, não me atraem.

Não consigo usá-las. Sou meio estranha!

A única delas que desejei e ganhei, foi uma corrente com os filhos, representados por dois casais de bonequinhos, que usei durante muitos e muitos anos.

Fazia parte de mim...

Lembro que nunca quis colocar os nomes atrás, gravados neles, pois, se acontecesse alguma coisa, como um deles desgrudar do colar, eu ficaria encucada, achando que aconteceria algo com A , B...C ou D...

Coisas de maluca, mas é verdade!

Porém, não adiantava pois na minha cabeça, mesmo sem nomes gravados, sabia quem era quem até no meu pescoço ...

Sempre tinha um mais danadinho do que o outro e que incomodava mais até no meu colar!

Estava sempre virado do contrário...

Mas, no fundo, no fundo, essa jóia reflete todo o meu carinho e amor por eles. chica

terça-feira, 3 de novembro de 2009

* O armário e as gavetas...

Nossas vidas e acontecimentos podem ser simbolizados por um armário cheio de gavetas...

Armário mesmo, não uma cômoda, pois há elementos que ali serão apenas colocados em cabides...ficarão suspensos ou por querermos analisá-los melhor ou pela praticidade de querermos os encontrar mais fácil...

Assim vamos colocando em nosso armário: gavetas das chatices,dos trabalhos, outra para as dificuldades ou quase impraticáveis, e essa é braba...

Nela cabem as tentativas que fizemos sem resultados para fazer pessoas que estão perto de nós crescerem na vida, querendo ajudar da melhor maneira,mostrando com exemplos, tentando abrir os olhos tantas e tantas vezes sem o menor êxito... apesar de termos vontade de conseguir realizar...

Há ainda as já fechadas, as semi-abertas, a das realizações, satisfações e alegrias, dos amores, a dos sonhos,dos problemas dos filhos, netos e assim vamos nós, formando, pela vida afora, nossas gavetas...

Algumas nunca mais abrimos.

Deixamos que fiquem emperradas, nem queremos abrí-las...

Outras se abrem involuntariamente. Quando vemos ,estão abertas...e seus conteúdos passeando diante de nós, de nossos olhos...

Assim vamos indo num eterno acondicionamento de ítens em nossas gavetas...

Um dia, fatalmente seremos obrigados a reuní-las e com ou sem catalogação, será a hora da faxina...hora da revisão...

E todas serão então abertas e se mostrarão...

Valeu a pena ou não valeu? E os fatos, enquanto isso, desfilando em nossas memórias.

Que bom se todo o conteúdo de nossos armários nos desse prazer em reencontrar, revivendo com alegria cada fato ali mostrado.

Mas , lógico, nem sempre será assim...

Por isso, o melhor que temos a fazer é conseguir desde sempre, deixá-las organizadas de forma que sejam guardados os que valem a pena...os que nos acrescentaram na vida, os que mesmo tristes, como uma perda, podem nos lembrar com saudade de bons momentos e tempos vividos.

Pra que guardar lixo?

Pra que guardar ódios e tantos ressentimentos?

Eles se guardados, insistirão em passar num desfile provocativo, diante de nós, como se dissessem e ainda, bem desaforadamente colocassem a língua, como crianças rebeldes:

-Estão vendo? Quem se ralou foram vocês mesmo...

Vamos então tentar eliminar essas porcarias das gavetas e se já , por muita sorte, estiverem nas gavetas emperradas, ainda assim, vamos cadeá-las, perdendo a chave...

Essas, realmente não valem a pena se remexidas, apesar de terem feito parte do nosso armário...

Bom é apreciar o desfile dos sorrisos, das peripécias, peraltices que vivemos, fizemos ou assistimos...

E ainda bem, foram tantos!

Essa revisão vale a pena e nos faz ter vontade de deixá-los numa gavetinha bem especial, sempre bem perfumada e arejadinha ...

E um dia,quando a chave desse nosso armário passar para outros, que possam apenas encontrar boas coisas para lembrar de nós.

Assim, ainda que a madeira esteja velhinha e até carcumida por "cupins", eles nem serão lembrados...

Conseguirão retirar dali apenas o bom e o bem...e certamente, os colocarão em suas próprias gavetinhas...Chica

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

* Um tempinho especial...


Quando começamos nossos dias, apenas escutamos o despertador tocar e lá estamos à milhão...

Colocamos os pés para fora da cama e pronto!

Sem nem ao menos nos espreguiçar, começamos a emendar uma tarefa na outra.

Parece que temos um botãozinho que nos LIGA pela manhã e só DESLIGA à noite, quando vamos dormir... às vezes, de tão cansados, nem isso conseguimos fazer direito!

Quando vemos, estamos fazendo tudo como autômatos, sem nem mais pensar!

Isso é muito ruim e precisamos dar um jeitinho de mudar.

Quando entramos numa roda viva onde cada vez mais assumimos tarefas e parece que não temos tempo pra nada,essa é a hora de dar uma reviravolta e rever os nossos conceitos.

O que estamos fazendo conosco?

O que estamos priorizando como tarefas tão "importantes"?

Será que realmente o são?Assim, criar um tempinho para que posssamos ficar tranquilos, é fundamental.

Sabem aqueles dias nos quais podemos dizer:

- Que bom, hoje não tenho nada para fazer! Hoje não preciso sair de casa, não preciso andar nesse trânsito louco!É o máximo!E isso é possível.

Basta mexer um pouquinho no nosso dia-a-dia...

Então arrume uma horinha na agenda para cuidar de si mesma e se tratar bem. Ler, "navegar", estudar, caminhar, qualquer coisa, mas que seja para nó. Só para nós!

Isso certamente, trará tantos bons resultados, que será sentido.Nossa energia ficará mais legal, mais leve!

As pessoas vão perceber que algo estamos diferente! E uma mudança para melhor... Merecemos!(Chica)

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

* Um boneco pede socoooooooooooooorro!




Ainda no tempo de namorados, surgiu um boneco de pano, considerado um amuleto da sorte.Seu nome no mercado, era MUG.


Franco comprou dois. Um para mim e um outro, que foi morar com ele.


Quando casamos, os levamos para o nosso apartamento, no 4º andar de um prédio, que tinha ao lado, um terreno baldio.


Após algum tempo, já grávida da Tita, verificamos que o do Franco estava sendo roído por algum inseto. Colocamos no lixo.


Não queríamos ter em casa nada que pudesse prejudicar o nenê , suas coisinhas e enxoval.


Mais um tempo, e o meu, também começou a apresentar o mesmo problema...


Tomamos então, a decisão de nos desfazer dele, e o jogamos naquele terreno ao lado.


O que aconteceu?


Ele caiu com os braços bem abertos exatamente num lugar que, ao olhar pela janela, parecia pedir socorro!


Resultado:Franco teve que correr para buscá-lo e demos um bom banho de inseticida.


Durou até a Tita nascer...Aí, ganhamos uma outra bonequinha!


Essa, pelo menos, até agora, não precisou nenhum inseticida para se conservar, não corre o risco de" algum bichinho" a roer, está sempre "firme" e ainda nos deu um outro bonequinho, o Gui!


Valeu!